24 agosto 2011

Canal de Corinto

O canal de Corinto é dos tais lugares onde o conceito de navio de cruzeiros melhor se desmistifica. O marketing normalmente identifica o "maior" como o melhor, na sequência de que tem espaço para oferecer diversidade a bordo, de dar oportunidade a preciosismos e curiosidade para entreter e ocupar o passageiro. Parece que consegue albergar tudo aquilo que o passageiro poderá desejar. Se o cruzeirista ao comprar o seu cruzeiro não levar nada em mente certamente olhará para os navios, fará sua avaliação, observará o preço e é capaz de ir para um sítio que não sonhava quando começou a pesquisa. Há outros cruzeiristas que pelo seu "curriculum" de navegação ou pela curiosidade, escolhe pelo itinerário de modo a que coincida com um porto, uma paisagem ou curiosidade que queira desfrutar. Quando entramos por este prisma chegamos ao ponto de raciocínio onde a escolha do tamanho do navio pode ser importante para usufruir do destino. Adequação ao meio. Daqui também surge a "personalidade" do navio. Apesar de subjectivo, a tendência é considerar que em navios mais pequenos temos mais oportunidade de convívio próximo, de realizar novas amizades, de haver um relacionamento mais familiar com a tripulação. Os navios podem decorar o seu ambiente atendendo à zona geográfica para a qual vão oferecer cruzeiros. Seria um tema longo a desenvolver, fixe-mo-nos no tamanho do navio, quantos lugares poderá visitar onde um grande navio não é solução? Existem muitos mas para chegar ao extremo falemos do canal de Corinto:

Navio da Seabourn
No quotidiano do Canal de Corinto, artificialmente construído pelo homem para reduzir o tempo de navegação marítima, tratou-se de não alterar a vivência diária das populações da zona. Neste vídeo observaremos o funcionamento da ponte na entrada e o ambiente à volta:

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