31 dezembro 2011

Fogo num ano de crise ... de onde já ouvimos isto?

Fogo de artifício da passagem de ano de 1937-38, tempos de crise, a pior depois da grande depressão de 1929. A segunda guerra mundial começava a estar presente nos temores de muitos turistas que visitavam o Funchal. Em primeiro plano o Golden Gate e a Sé Catedral ao fundo. Tempos semelhantes, na crise, aos que hoje correm no nosso país mas sempre, sempre ... com fogo de artifício, inteligentemente incorrigíveis, o turismo e os cruzeiros falam mais alto e trazem receitas. Amplie p. f.:
Ano em que o director do porto do Funchal, engº Coutinho de Lima retomou as ideias do ante-projecto do anterior director Rodrigues Guimarães para o aumento do quebra-mar da pontinha e ainda o alargamento do molhe entre a Pontinha e o Ilhéu. Esse estudo seguiu para os serviços centrais do Conselho Superior de Obras Públicas que concordou com o alargamento para uma melhor circulação de mercadorias, trabalhadores e passageiros no trecho já construído mas reservou a decisão do prolongamento do molhe para depois de mais testes e experiências.
Quem adivinha? ... os navios que estiveram nesta passagem de ano no Funchal? 1937-38. Agora é que vos tramamos!

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