16 fevereiro 2012

5 conselhos para um cruzeiro descansado

1. Seguro de Viagem: Por vezes, quem pretende fazer um cruzeiro pensa mais em regatear ou escolher pelo preço em vez de ler do que se compõe verdadeiramente a viagem. É um erro. Uma das situações que passa ao lado é o seguro. Por omissão ou por confiar no seguro do cartão de crédito com o qual paga a viagem, o cruzeirista esquece-se da especificidade de cada viagem. A duração da viagem, os destinos, a distância, o tipo do cruzeiro (tradicional ou expedição), os valores que transporta e as suas responsabilidades perante algum contratempo estão entre os muitos pormenores que decidem se o seguro proposto ou automaticamente obtido o satisfaz. Por vezes e por um custo adicional mínimo, a agência que desenha a viagem propõe-lhe um seguro, adequado e por um valor negociado se vai em grupo. Avalie ao pormenor o seguro e compare-o com outro à parte de uma seguradora da sua confiança mas, leia sempre bem. Sugerimos que faça seguro.



2. Moeda Estrangeira: É verdade que muitos países podem aceitar euros, mas nunca se sabe que câmbio andam a fazer os negociantes, pode sair cara essa displicência. Verifique os destinos onde terá propensão em gastar, por vezes nem precisa porque os tours são comprados com tudo incluído mas, existe sempre um destino onde determinados bens são afamados pela qualidade e pelo preço. Avalie se deve comprar moeda estrangeira no seu país e a quantidade, nem sempre o cartão de crédito é solução devido ao valor a pagar, do custo dos serviços/ câmbio ou mesmo à impossibilidade de usá-lo.




3. Compra do cruzeiro: A época do ano em que o cruzeirista vai viajar e a altura em que o compra, tem grande influência no valor a pagar pelo cruzeiro. A tarifa para o mesmo camarote/ suite no mesmo navio pode ser quase o dobro. Por norma, a antecedência faculta-lhe uma boa compra, salvaguardando-se alguns "last minute" mas aí o caro leitor faz o cruzeiro que houver e não o que pretende. Pode-se determinar que verão e Natal são as épocas mais caras.



4. Vá com antecedência: Mime-se a viajar descansado. Não vai para relaxar? Porquê tudo a correr com "timings" apertados? Os destinos fundamentam esta decisão, quanto mais longe mais antecedência deve ser prevista por causa dos atrasos nas ligações aéreas que podem deitar um cruzeiro a perder ou ter que se deslocar para a escala seguinte. É necessário observar se o destino onde embarca para o cruzeiro é servido por uma grande frequência de voos e quantas escalas realiza. Daí nasce o seu cálculo da antecedência. O "Jet Lag" pode interferir na sua frescura física e humor para gozar um cruzeiro, por vezes levamos 3 dias a recuperar não só do cansaço mas da diferença horária, a antecedência também é pertinente para este caso. Ninguém está imune a congestionamentos, atrasos e imponderáveis como o extravio de uma mala que deve embarcar consigo no cruzeiro. A antecedência junta-se ao seguro de viagem para lhe transmitir segurança mesmo que não venha a gozar da viagem.



5. Bagagem: O cruzeiro é algo planeado com antecedência. Determine de forma inteligente o que levar na bagagem, lembre-se que por vezes a exigência a bordo (noites de gala) ou no destino (lugares frios) ou ainda a duração da viagem fazem-no acumular roupa, bens de higiene pessoal, etc, que ultrapassam em conjunto a restrição de peso e número de malas no transporte aéreo. Faça escolhas inteligentes, embale bem, faça bons "jogos" de menos roupas, lembre-se que a bordo do cruzeiro pode aceder aos serviços de lavagem e engomadoria.

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